terça-feira, 25 de março de 2014

DA GUINÉ PORTUGUESA À GUINÉ-BISSAU: UM ROTEIRO


Estará disponível muito em breve o livro Da Guiné Portuguesa à Guiné-Bissau: Um Roteiro, da autoria de Francisco Henriques da Silva e Mário Beja Santos.
O livro que agora damos à estampa versa sobre 500 anos de história comum entre Portugal e a Guiné (da chegada dos primeiros navegadores ao golpe de Estado de Abril de 2012).
De leitura indispensável para todos os que desejam saber mais sobre a Guiné, o seu passado, e as suas gentes.


segunda-feira, 17 de março de 2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O VOO DO FALCÃO DE ALFREDO CRUZ (VÍDEO PROMOCIONAL)


Estará disponível muito brevemente o livro O Voo do Falcão da autoria do General Alfredo Cruz.
Este livro conta-nos histórias, e memórias, de um piloto de combate nas matas do Norte de Moçambique. 
Definitivamente, um livro a não perder!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O VOO DO FALCÃO DE ALFREDO CRUZ


Estará brevemente disponível o livro O Voo do Falcão da autoria de Alfredo Cruz (General). 
Um livro intenso e arrebatador sobre a vida de pilotos da Força Aerea Portuguesa em combate nos céus de Moçambique.
Boas Leituras!


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

OS ARSENAIS REAIS DE LISBOA E DO PORTO 1800-1814


O livro Os Arsenais Reais de Lisboa e do Porto 1800-1814 da autoria de Sérgio Veludo Coelho incide sobre a indústria militar nacional, representada nas suas maiores estruturas pelos Arsenais Reais do Exército, o de Lisboa e o do Porto. Pretendemos que este trabalho não fosse somente uma investigação em História, mas também fizesse propiciar uma abordagem no âmbito das memórias do Património Industrial...
Por outro lado, pretendeu-se levantar e analisar a realidade das estruturas industriais militares em situações de crise, o que ditou a sequência cronológica deste trabalho, tendo como objectivo construir uma imagem dos Arsenais nacionais perante os tremendos desafios da Guerra Peninsular, no período de 1807 a 1814, e tentar avaliar as suas capacidades de resposta. Apesar de balizarmos cronologicamente o trabalho para as datas atrás referidas, muita documentação remete para a Campanha de 1801, ou Guerra das Laranjas. A intenção de é perceber o efeito desta campanha sobre o Exército Português no ciclo que vai de 1802 a 1807, em que se inicia uma intenção de o reestruturar, oficialmente anunciada com a reorganização de 1806, mas bruscamente truncada com a 1ª Invasão Francesa, sob o comando de Junot. Este ciclo afectará também as questões materiais respeitantes ao material de guerra e à sua gestão pelos Arsenais Nacionais. Veremos como o Governo Português encetou esforços simultâneos de adquirir armamento, sobretudo ligeiro, no estrangeiro assim como teve intenções, não concretizadas, de modernizar tecnologicamente os Arsenais com novas fábricas de armas e com a contratação de pessoal estrangeiro.
Profusamente ilustrado com imagens a cores, de alta qualidade, o livro que agora damos à estampa é um valioso contributo para a compreensão de um periodo dramático da história de Portugal, e recebeu ex-aequo o Prémio Defesa Nacional. Boas Leituras! 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A MORTE QUE VINHA DO MAR DE AMÂNDIO BARROS


A Morte que Vinha do Mar de Amândio Barros resulta de um trabalho de investigação cuidado e que nos conduz, como nos refere Manuel Pizarro no seu prefácio; "... numa viagem apaixonante pelo Porto dos séculos XV a XVII, desocultando documentação de enorme importância histórica sobre as questões da saúde e, em especial, sobre o tema da sanidade marítima.
É um livro erudito, que revela o enorme esforço do autor no estudo e análise dos fenómenos da saúde e da doença na Europa pós medieval, e que sustenta as suas afirmações numa vasta e diversificada bibliografia. É um livro inovador, que traz até nós documentação até agora desconhecida e uma abordagem profunda sobre a realidade portuária e a sua relação com as questões sanitárias.
Mas, ao mesmo tempo, é uma história. A história de um Porto, cidade aberta ao Mundo desde os tempos medievos. Um Porto que ainda no século XIV "já se tornara um entreposto internacional". Uma cidade sempre ciosa da sua autoridade e da sua capacidade de intervenção. Um burgo capaz de intervir activamente de modo a integrar "o conjunto de sítios seguros, pelas purgas e quarentenas que aplicava à generalidade das embarcações". Um Porto que, desde tempos ancestrais, combinava assim o seu cosmopolitismo com uma identidade que lhe conferia força e legitimidade".
Boas Leituras!