sexta-feira, 16 de novembro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
SALAZAR, CAETANO E O "REDUTO BRANCO" DE LUÍS BARROSO
BREVEMENTE DISPONÍVEL
Estará diponível durante o mês de Outubro o livro Salazar, Caetano e o "Reduto Branco" da autoria de Luís Barrroso. Recorrendo a documentos recentemente desclassificados este livro é um valioso contributo para a compreensão do século XX português.
Como nos refere Luís Nuno Rodrigues, o autor do prefácio: “Entre 1961 e 1974, Portugal enfrentou militarmente no continente africano os movimentos nacionalistas que lutavam pela independência dos respetivos territórios. Primeiro em Angola, a partir de 1961, depois na Guiné, em 1963, e em Moçambique, a partir de 1964. Foi a última etapa de um processo de resistência à descolonização que se iniciara após a segunda Guerra Mundial, quando Salazar e o seu regime se confrontaram com o progressivo desmantelamento dos impérios coloniais europeus na Ásia e em África..."
O Livro Salazar, Caetano e o "Reduto Branco" é uma co-edição Fronteira do Caos Editores e o Instituto de Estudos Superiores Militares.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
O TÚMULO DE CAMÕES DE ANTÓNIO TRABULO
NOVIDADE
Já está disponível em todo o país o livro, O Túmulo de Camões, de António Trabulo.
O romance decorre no século XXI, com personagens bem contemporâneas e com interesses diversificados, muito característicos dos nossos dias. Mas a atenção do leitor não se vai esgotar na sua contemporaneidade. Em O Túmulo de Camões é construída a ponte entre os Lusíadas e a Peregrinação.
Luís de Camões ilustrou uma das faces da epopeia. Glorificou a Expansão
portuguesa,... Cantou os feitos heróicos, a
honra e a coragem. Ao embarcar para o Oriente, levava na bagagem o conhecimento
da literatura greco-romana. Valorizou-se, no contacto com povos diferentes e
atingiu um sentimento de pertença universal. Se tivesse permanecido em Lisboa,
não teria podido aliar ao seu talento a vivência que humanizou Os Lusíadas.
Fernão Mendes Pinto terá ido mais além. Pôs a descoberto o lado escuro
da navegação e da conquista. Retratou os seus compatriotas tal como eram, com
as qualidades e os defeitos ampliados pela exaltação da época.
As duas obras completam-se e permitem uma visão mais lúcida do Império
Português do Oriente e, talvez, de nós próprios.
A PROVA POR RECONHECIMENTO EM PROCESSO PENAL DE BRUNO ALVES
NOVIDADE
Está diponível em todo o país o livro A Prova por Reconhecimento em Processo Penal da autoria de Bruno Alves, com prefácio de Fernando Negrão.
Como nos refere o autor do prefácio, «Este é um contributo inestimável de alguém que sabe bem o que escreve e porque o escreve, que conhece os conceitos e as reflexões doutrinárias e jurisprudenciais, mas não se coíbe de com consistência nos dar conta das suas experimentadas reflexões, apontando novos caminhos. Através deste Livro, percebe-se também que agora tudo se começa a ajustar. As Polícias aceitam a direcção do inquérito pelo Ministério Público, embora sem deixar de se afirmarem através do seu saber próprio, e o Ministério Público assume essa direcção com a convicção de que a investigação criminal é uma ciência que requer estudo e que as Polícias são essenciais para a sua realização.
Parte do produto da receita deste livro reverterá a favor da AMI.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
UM NOVO PORTUGAL, IDEIAS, DE E PARA, UM PAÍS DE OCTÁVIO DOS SANTOS
Sugestão de Leitura: Um Novo Portugal, ideias de, e para, um País de Octávio dos Santos. Neste livro estão reunidos os principais momentos de reflexão e intervenção cívica que o autor produziu ao longo dos anos. Um livro polémico e provocador que expõe muitas das fraquezas e vulnerabilidades que, na sua opinião, Portugal e os portugueses tem vindo a sofrer, e a alimentar, ao longo dos anos. Boas Leituras!
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
O ÚLTIMO DUELO DE ERIC JAGER
Sugestão de Leitura:
O Último Duelo de Eric Jager
Numa manhã fria, pouco antes do natal de 1386, milhares de pessoas encheram um grande espaço aberto nas traseiras de um mosteiro, em Paris, para verem dois cavaleiros travarem um duelo até à morte... A multidão, excitada, olhava não só para os dois guerreiros, para o jovem rei e para a corte, mas também para a bela jovem mulher sentada num palanque.... Quando os sinos de Paris tocaram a hora, o marechal do rei entrou na liça e ergueu a mão, exigindo silêncio. O julgamento pela armas ia começar.
Boas leituras!
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